terça-feira, 17 de outubro de 2017

Dia das Crianças - Outubro de 2017

Trabalho especial do dia das Crianças. Parabéns asqueridas professoras, queridos irmãos e queridas irmãs, que trabalharam juntos para a beleza de tudo que foi realizado para a edificação das criancinhas no conhecimento de Cristo Jesus o único que é o caminho, a verdade e a vida. A Deus toda honra e glória!

"Então lhe traziam algumas crianças para que as tocasse; mas os discípulos o repreenderam. Jesus, porém, vendo isto, indignou-se e disse-lhes: Deixai vir a mim as crianças, e não as impeçais, porque de tais é o reino de Deus" (Marcos 10:13,14).













































domingo, 18 de junho de 2017

O VALE DE ESCASSEZ E A PROVISÃO DE DEUS

Texto: 2 Reis 3:9-18

9 Partiram, pois, o rei de Israel, o rei de Judá e o rei de Edom; e andaram rodeando durante sete dias; e não havia água para o exército nem para o gado que os seguia...
13 Eliseu disse ao rei de Israel: Que tenho eu contigo? Vai ter com os profetas de teu pai, e com os profetas de tua mãe. O rei de Israel, porém, lhe disse: Não; porque o Senhor chamou estes três reis para entregá-los nas mãos dos moabitas.
14 Respondeu Eliseu: Vive o Senhor dos exércitos, em cuja presença estou, que se eu não respeitasse a presença de Jeosafá, rei de Judá, não te contemplaria, nem te veria.
15 Agora, contudo, trazei-me um harpista. E sucedeu que, enquanto o harpista tocava, veio a mão do Senhor sobre Eliseu.
16 E ele disse: Assim diz o Senhor: Fazei neste vale muitos poços.
17 Porque assim diz o Senhor: Não vereis vento, nem vereis chuva; contudo este vale se encherá de água, e bebereis vós, os vossos servos e os vossos animais.

INTRODUÇÃO: O texto narra a história de Eliseu e Três:  Reis Jorão, reinava em Samaria, e o rei Jeosafá, em Judá. Os dois, se uniram ao rei de Edom, para guerrearem contra Mesa, rei moabita.
   Os três Reis, marcharam por sete dias, sem encontrarem água. Sedentos, famintos e prestes a desistirem, ouviram falar do profeta Eliseu: "Esta com Ele a Palavra do Senhor". Esperançosos, recorreram ao homem de Deus, o que eles precisavam ouvir, Deus tem a direção certa: Prosseguir ou recuar? Venceriam ou seriam derrotados?
   Eliseu, solicitou a presença de um músico para louvar a Deus. Queria enlevar o espírito. Sentir-se inspirado: "E sucedeu que, tocando o músico, veio sobre ele a mão do Senhor. E disse: "Assim diz O Senhor, fazei neste vale, muitas covas" (II Reis 3:16). Que Palavra maravilhosa!! O que Deus, ordenara aos Reis e como devemos aplicar esse ensinamento em nossas vidas.

Eles estavam no deserto e prestes a perecer por causa da falta de água. Mas lembre-se, este era o resultado de não levar Deus a sério e consultá-lo sobre seus planos.

Assim, em última instância, o maior inimigo não eram os Moabitas, mas o próprio fracasso deles em não buscar a direção de Deus.

I.           O REI IDOLATRA E A REPREENSÃO DE DEUS POR MEIO DO PROFETA  (3:13-15)

A.  Eliseu repreende os reis (versículos 13-14).
1.   Como podemos ver a partir desses versículos, Eliseu não era um homem propenso a parcialidade nem por um momento. 
2.   Sua fidelidade era para o Senhor e para os princípios de Sua Palavra, independentemente da posição, poder ou riqueza de uma pessoa, ele honrava o nome do Senhor.
3.   Porque ele levava Deus a sério e estava disposto a confiar no Senhor, independentemente do resultado, como Elias, ele podia ficar sem medo e declarar a verdade. 

B.  O profeta perguntou ao rei Jorão: "Que tenho eu contigo?" (vv. 13,14).

1.   Eliseu não fez rodeios, não disse meias verdades? Ele foi diretamente ao ponto.
2.   Nesta pergunta ele estava dizendo, o que temos em comum, por que você, um idólatra, um rejeitador dos mandamentos de Deus veio a mim? 

C.  "Vai ter com os profetas de teu pai, e com os profetas de tua mãe" Veja os versículos 2, 3.

 1.   Eliseu rejeitou toda apelação para o seu ofício que tivesse o sabor de crença pagã na magia. Se não fosse pela presença de Josafá, Eliseu não teria respondido. Um encontro como líder da idolatria do norte era exasperante para o profeta Eliseu.
2.   Trazei-me um harpista – v.15.. Para que tocasse hinos a fim de que ele pudesse se colocar em um estado de espírito apropriado para ouvir a palavra do Senhor. O poder de Deus. Deus respondeu profetizando o sucesso da campanha. Ele o permitiria para mostrar a Seu povo o aspecto abominável dos cultos pagãos.
3.   Esta era uma referência Acabe e Jezabel. Eram os falsos profetas de Baal, os falsos profetas da adoração de ídolos, que não tinham palavra de Deus como foi demonstrado tão claramente em 1 Reis 18. 
4.   Tudo o que estes falsos profetas tinham para oferecer eram as visões falsas e enganosas do mundo satânico (Dt 18:20-22).

“Sim, estou contra os que profetizam sonhos falsos", declara o Senhor. "Eles os relatam e com as suas mentiras irresponsáveis desviam o meu povo. Eu não os enviei nem os autorizei; e eles não trazem benefício algum a este povo", declara o Senhor” (Jer 23:32).

3.   Eram profetas que diziam o que os reis queriam ouvir. 
4.   Eliseu, então, estava dizendo a Jorão para ser coerente. 
a)   Eles estavam ignorando a Deus e seguindo seus ídolos,
b)   Então, por que correr para Deus agora que estavam em grande dificuldade?
c)   Eliseu estava usando a ironia perguntando, seu sistema religioso atual e seu modo de vida atual não podem libertar você?
d)   Seus profetas não têm as respostas?
  • Você acha que pode ignorar Deus e, em seguida, por sua vontade, quando o problema chega, basta voltar-se para Deus como se ele fosse um gênio em uma garrafa?

 1.   Eliseu nunca teria desprezado os pedidos genuínos de um homem arrependido, mas ele conhecia Jorão e disse o que disse para enfatizar a futilidade da vida que ele escolhera.
2.   Deus costuma permitir a derrota, o fracasso e a frustração, procurando não apenas chamar a nossa atenção, mas também ensinar-nos a futilidade do nosso curso de ação atual, a fim de confessarmos nossos caminhos com vista ao arrependimento, a mudança de nosso rumo (Ap 2:5. 

a)  Muitas pessoas pensam que a palavra Arrependimento significa "virar religioso" sem mudança de vida. Tem irmã com seu estilo de vida que faz vergonha quando eu vejo pela rua, não tem diferença do mundo perdido...
b)  Arrependimento requere uma mudança completa em nosso ponto de vista - olhar as circunstâncias como Deus as vê. Deus simplesmente nos pede que nos tornemos a Ele.

D. No versículo 13b vemos o rei de Israel admitir que os falsos profetas não podiam ajudar, eles eram fúteis – (v.13; Hab 2:19,20).
 
1. Ele está dizendo, não, ele não pode recorrer a eles, eles não podem ajudar. 
2. Então ele acrescenta: "Porque o Senhor chamou estes três reis ..." 
3. Ele sabia que o rei de Israel (Samaria) seus caminhos estavam errados, a culpa encheu sua alma e ele sabia que merecia a ira de Deus.

5. Foi Jeosafá que pediu um profeta do Senhor,  mas a rejeição de Eliseu a Jorão ilustra o conceito de oração não respondida e a recusa de Deus por vezes para trazer libertação por causa da condição espiritual do coração (v. 11).

a)    Agora, no versículo 14, vemos a resposta de Eliseu a Jorão. 
b)   Esta é uma repreensão implícita a Jeosafá e um estímulo ao bom rei.
c)   Ele não tinha nada a ver com alguém a quem Deus não olhava nem ouvia. 
d)   Esta era uma aliança profana e um fracasso em não levar o Senhor a sério em todas as áreas de sua vida. 

4. Porquanto Jeosafá era (em geral) um homem piedoso que procurava o Senhor, o Senhor o poupou nesta aliança com Jorão.

II.        O PROFETA ELISEU PROCLAMA A MENSAGEM DE DEUS (3:16-19)

A.     A Primeira Instrução e Promessa do Senhor (versículos 16-17) 

1.   Por que poços?
2.   Manter a água que o Senhor milagrosamente enviaria sem qualquer meio natural como chuva ou tempestade acompanhada de vento forte.
3.   A vitória seria deles se fossem obedientes às suas responsabilidades humanas de cavar os poços. 
4.   Isso demonstraria sua dependência do Senhor, uma mudança de sua anterior auto dependência que, sem a ajuda do Senhor, já tinha falhado.

B.     A Explicação e Promessa (v. 18) 
1.   Um princípio vital.  Nada é muito pequeno ou muito grande para Deus lidar. 
3. Como Ele providenciaria milagrosamente a água, assim Ele entregaria os Moabitas em suas mãos.

O TEXTO NO VERSICULO MOSTRA A INSTRUÇÃO DO PROFETA E A RESPONSABILIDADE DOS EXÉRCITOS (V. 19).      

CONCLUSÃO: O problema ou situação nunca é com o poder ou provisão de Deus. A questão real é a nossa confiança e obediência à verdade de Sua Palavra ou agir com fé nas promessas de Deus. Cavariam aos poços e seguiriam as instruções dadas por Deus, e Deus mostrou a vitória completa no versículo 19. 
   Quando o vale, se enche de água, é hora de subir para as montanhas. Deus é Fiel! Assim, exércitos e reis, partiram, em direção a moabe. As águas, receberam o reflexo vermelho do sol.   
   Os moabitas, pensaram que era sangue. Acharam que os três Reis e todo o exército haviam morrido. Tinham se destruído pela espada, por não suportarem a sede e a fome. É esse, o desejo, do inimigo de nossa alma. Ele espera, que desistamos. Que desista de Deus. Mas, Deus, transforma dificuldades em vitórias. Ele confunde, os querem nos confundir.

   Ao ofertar a Deus, ás águas chegaram (v. 20). Que, ao passar pelo vale. Possamos ouvir, a mesma música, que inspirou Eliseu. Possamos ver a beleza, na sequidão. Possamos cavar, movidos, pela fé. "A alegria do Senhor é a nossa força"(Ne 8:10). Quando temos fé, agradamos a Deus.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

UM SONHO CONQUISTADO NA PERSEVERANÇA

Texto: Salmo 126:1-6

“Restaura, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes no Neguebe” (Sal 126:4).
 
Introdução: Este é um salmo predileto do povo cristão, é um salmo que fala sobre restauração, de alegria de júbilo. E a Palavra de Deus nos convida a vivermos assim, alegres. Por exemplo: “Alegrai-vos sempre no Senhor e outra vez vos digo, alegrai-vos”.
     Esse desafio de prevalecer alegre em toda e qualquer situação, é um desejo de Deus para nós, a Escritura é clara: Deus deseja que os Seus filhos vivam alegres.
     Quem compôs este salmo expressou muito bem o sentimento do povo de Deus, depois que a nação de Israel foi liberta do cativeiro babilônico.  Ele começa falando da restauração do cativeiro, uma referência a libertação.
     O Neguebe é uma região desértica, que fica no sul da Palestina, abaixo da linha das cidades de Belém e Hebrom.
     Durante a estação chuvosa da região, especialmente na fase quando caem as chuvas torrenciais ou chuvas serôdias, as águas escorrem pelos montes até atingirem o deserto do Neguebe.
     As águas abundantes formam vários riachos que regam a área seca e, em poucos dias, o lugar que era feio, solitário e sem vida ganha outro aspecto. Os campos tornam-se úmidos e floridos, cobertos pela vegetação.
      A VIDA DO LUGAR É RESTAURADA – v. 4. Os animais retornam e a paisagem torna-se bela.
      Com essa figura na mente, em meio ao louvor e gratidão a Deus, o salmista resolve ORAR intensamente pela continuidade da obra de restauração do Senhor.

I.           UMA VIVA MARCA DA RESTAURAÇÃO   (v. 1-4).

A)  O povo tinha retornado da Babilônia feliz por conta da libertação do cativeiro, mas perplexo diante da terra devastada que encontraram.
a)   Os muros estavam derribados, assim como as casas e o templo e, por isso, não se podiam discernir as vozes de alegria das vozes do choro do povo  (Ed 3.12-13).
b)   O salmista inspirado pelo Espirito de Deus escreve o Salmo nesta situação:
1.   Ele olha pra trás, vê a restauração, vê como Deus mudou a vida do Seu povo, libertou o Seu povo, ele relembra o sentimento que eles tiveram naquele dia, a alegria que sentiram quando chegou a notícia de que eles podiam voltar a sua terra.
2.   Ele olha pra situação presente, as dificuldades, os inimigos em volta sem querer que eles reconstrua Jerusalém de volta, muitos se levantavam contra eles para impedir de levantar os muros. Então, ele ora para que Deus termine a restauração e ao mesmo tempo o salmista olha para frente, para o futuro quando Deus há de trazer a restauração completa para o Seu povo.

Choro e riso. Uma mistura nesses versos. Riso pelo retorno (nossa boca se encheu de riso), mas choro pela destruição (quem sai chorando). Choro enquanto semeia e alegria na colheita.
  • O mesmo povo restaurado precisa ter perseverança para continuar semeando para a  conquista. Podemos perceber nesse versículo três grandes marcas da perseverança.

B)  Assim como o semeador semeia com lágrimas e colhe cantando alegremente, Israel realizou o ideal da restauração.
1.   Enquanto chora as perdas e revezes, não paralisa, nem fica intimidado, ou desanimado.
2.   Mesmo enquanto chora, mantem-se andando, firme na caminhada, virando a página, mantendo os passos, seguindo a vida.

C)  Encontramos aqui, um padrão, e procedimento de como nós podemos atender a ordem de Deus de vivermos contentes em todo lugar.

Este Salmo 126 fala de Restauração. Ele descreve três períodos na vida do povo de Israel.
1)  O passado (v. 1-3) – Temos uma história de salvação a contar, um passado de glória a agradecer; Veja o que Deus já nos deu e fez em nós, por Cristo.
2)  O presente (v. 4) – Temos um desafio presente a enfrentar, um presente de crise, lutas;
3)  O futuro (v. 5,6) – Temos um investimento futuro a fazer: um futuro de investimento e promessa do Deus eterno, que não falha.

II.        OS LUGARES SECOS DE HOJE PODEM SER FONTES ABUNDANTES DE VIDA AMANHÃ (V. 4)

A) Um passado de glória não é garantia de um presente glorioso.
1.   Eles estão alegres pelas vitórias do ontem, mas ao olharem para o presente, a vida está como um deserto. Ainda precisa lançar a semente, e as vezes há lágrimas.

2.   As vitórias do ontem não são suficientes para hoje.
a)   Temos que andar com Deus hoje.
b)   Temos que ser cheios do Espírito Santo hoje.
c)   Temos que evangelizar hoje.
d)   Temos que investir na família hoje.
e)   Não podemos apenas celebrar as vitórias do passado.

 3.   O mesmo Deus que agiu no passado, é o Deus que age no presente.
a)   O mesmo Deus que restaurou no passado é o Deus que restaura no presente.
b)   O mesmo Deus que tirou o seu povo dos grilhões da escravidão e o restaurou à sua terra, é o mesmo que pode mudar a nossa sorte.

III.     AS MARAVILHA QUE DEU FEZ ONTEM DEVEM NOS INSPIRAR A BUSCAR A DEUS COM MAIS INTENSIDADE HOJE (V.1-3

A)  A INTERVENÇÃO DE DEUS É MAIOR QUE A NOSSA EXPECTATIVA (V.1)
a)   O povo tinha perdido a liberdade, a Pátria, o templo, a família, o culto, as festas. O cerco, a fome, a espada, o opróbrio, a escravidão assolava. 

1.   A intervenção de Deus produz alegria indizível (v. 2).
2.   Setenta anos (70) de escravidão havia chegado ao fim – agora estavam voltando para casa – a bênção era grande demais que enquanto arrumava para regressar parecia que estavam sonhando.

B) A MARCA DO ALEGRIA NA COLHEITA  (v. 5,6).
  •     Em geral a semente é pequena, mas muito poderosa, pois contém todo o DNA de sua espécie.

1.   Na vida, pequenas atitudes são sementes para o que colheremos no futuro.
2.   Semeamos com trabalho, com palavras e com atitudes. Boas sementes, bons frutos. Más sementes, abrolhos e espinhos.
3.   Boas ou más, depois de lançadas no terreno do coração, sementes criam raízes e tornam-se difíceis de se arrancar.
4.   Às vezes, uma única semente poderá produzir inúmeras colheitas. Outras vezes, somente uma colheita.
5.   Por isso, é preciso discernir o tipo da semente para cada estação da vida e estar disposto ao plantio uma ou diversas vezes.
6.   Um sorriso, uma oração, uma palavra doce, um abraço, um momento de silêncio, um olhar compassivo. Como diz a Palavra: Aqueles que são pacificadores plantarão sementes de paz e colherão uma seara de bondade (Tg 3.18).

7.   Em Cristo somos convidados a semear tudo de bom da Palavra a semente que uma vez plantada em terra apropriada germina, para produzir fruto para a vida eterna (salvação) (Mateus 13.3-23).

CONCLUSÃO: O povo que persevera tem a marca da alegria da colheita (voltará com júbilo, trazendo os seus feixes).
    “Semeia pela manhã a tua semente e à tarde não repouses a mão, porque não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas” (Ecl 11:6); 
    “O que semeia justiça terá recompensa verdadeira, terá um galardão certo”  (Pv 11:18). 
    A boa notícia no reino de Deus é que não colhemos somente do que semeamos. Colhemos as semeaduras de pessoas que nos influenciaram, abençoaram, intercederam por nós. Melhor ainda: colhemos da semeadura da graça de Cristo sobre nossa vida.
     Perseverança é andar, mesmo enquanto chora, semear em todo tempo e colher com alegria os feixes do que se semeou. Somente assim nossos sonhos serão conquistados.